Quando sorris, imagino eu
que é um momento solene
onde o triste que to tire
deveria ser alvo de uma ira
qualquer.
Quando falas, imagino eu
que é um pequeno segundo
esticado pelo tempo
que quando é interrompido
devia ser o triste perseguido
por uma multidão qualquer.
Quando choras, imagino eu...
Imagino que não imaginas
a minha vontade de te abraçar
ou de te arrancar
umas palavrinhas de riso.
Minha boa disposição
nasce todos os dias,
porque existe um sol por ai.
Mesmo que nunca o tenha visto,
que nunca o tenha ouvido
sentido e sofrido
penso que não pensas,
ou não imaginas
as vontades que são minhas
plenas de te avistar.
Continuo sempre
no tal oceano que te falei.
... a ponte continua a existir.
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