Falta-me algo.
Por petulantes perguntas,
saltitantes que me bombam
assim como o sangue que
corre, Tento eu
embora seja uma tentativa falhada,
Correr com essas perguntas que
me tocam cada vez mais.
Falta-me algo!
Mas o quê?
Quando e como?
O Porquê?
Será como?
Onde virá?
Rosno um tributo a mim mesmo,
afinal nada nunca me pareceu tão claro.
Sou apenas algo que detesta,
e detesta detestar.
Falta-me algo...
suspiro enquanto fico farto
de levantar um escudo.
Ao que me é respondido
com grande sensatez:
..."Procura-o."
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