Sonhar é um atrever sem fazer,
é um esperar alcançar
é um desesperar por não ter...
Faz-me tela de teus sonhos
aqui neste bocado de terra sem cores
Que a mais, tem só de dores
A tua ausência é
mundo desprovido de odores
Que me mostram quem sou... oh...
Feliz, serei feliz ,mesmo já o sendo,
Serei feliz por me perder em braços
que não conheço
mas me entrego sem sombra de dúvida pintada
De odores que não conheço,
De dores que não sinto
de felicidade que existe.
Sonhar faz-me feliz.
Sorrio ao sonhar contigo.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Passos em Paços
No meu barco,
no meu alto barco que navega suavemente
como uma pena em água
perco-me com fragrâncias que
suspiram do teu olhar.
Neste barco,
neste meu barco que flutua gentilmente
há um desejo todo feito
de te encontrar
em terra enxuta de saudade,
desprovida de espaço e olhares
que não se cruzam.
Em pequenos passos
nos paços da cidade
da tal terra enxuta de saudade
irei abraçar-te.
É tudo questão de tempo...
Tudo é areia que me corre por entre os dedos
porque não espaço para mais.
em Minhas mãos seguro ternamente
o que sinto por ti.
no meu alto barco que navega suavemente
como uma pena em água
perco-me com fragrâncias que
suspiram do teu olhar.
Neste barco,
neste meu barco que flutua gentilmente
há um desejo todo feito
de te encontrar
em terra enxuta de saudade,
desprovida de espaço e olhares
que não se cruzam.
Em pequenos passos
nos paços da cidade
da tal terra enxuta de saudade
irei abraçar-te.
É tudo questão de tempo...
Tudo é areia que me corre por entre os dedos
porque não espaço para mais.
em Minhas mãos seguro ternamente
o que sinto por ti.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Pequeno Desenho
Sopram ventos de todas as direcções.
Sopram suaves ventos
de pequenos momentos
onde me limito a desenhar.
Um esboço
perder-me em ti, em luzes
de palavras numa voz terna,
tão meiga como um afagar de cabelos
ou um suspirar suave...
E nesses sopros tento enternecer,
o pequeno sorriso que despertas em mim.
A grande vontade que acordas,
como gigante preso em tão pequeno corpo...
Desenho com cuidado,
nunca tive jeito para rabiscar
e estou cansado de tanto andar a apagar,
de tanto arredondar
para ficar tudo tudo perfeito:
Um desenho imperfeito
feita de perfeita vontade
de te mostrar
o que penso,
o que imagino ou sonho ser
o que será momento tão feliz da minha vida.
"Olha.."digo eu enquanto levanto
este meu pequeno rabisco de nós dois
abraçados, a sorrir.
Sopram suaves ventos
de pequenos momentos
onde me limito a desenhar.
Um esboço
perder-me em ti, em luzes
de palavras numa voz terna,
tão meiga como um afagar de cabelos
ou um suspirar suave...
E nesses sopros tento enternecer,
o pequeno sorriso que despertas em mim.
A grande vontade que acordas,
como gigante preso em tão pequeno corpo...
Desenho com cuidado,
nunca tive jeito para rabiscar
e estou cansado de tanto andar a apagar,
de tanto arredondar
para ficar tudo tudo perfeito:
Um desenho imperfeito
feita de perfeita vontade
de te mostrar
o que penso,
o que imagino ou sonho ser
o que será momento tão feliz da minha vida.
"Olha.."digo eu enquanto levanto
este meu pequeno rabisco de nós dois
abraçados, a sorrir.
domingo, 4 de abril de 2010
Vislumbres
Vejo em vislumbres muito pequenos,
serenos momentos que decido abrandar ainda mais.
Tudo me passa pela retina, semi molhada de brilho,
semi cheia de sonhos, semi feita de vento
que deseja envolver-te.
E nesse momento,
tudo faz sentido
tudo perde o nada que me dizes
ser.
Porque o nada irá concretizar-se.
E eu te beijarei no além,
no limiar da minha imaginação
tornada verdade.
Meu sonho? És tu meu amor.
Meus olhos, minha retina vê,olha apenas para ti.
E confiante em meus passos estou
porque lá ao fundo, vejo cada segundo a escapar-me
como areia,
cada momento a sair como bala fugida
de arma perdida,
cada momento que passa,
está mais perto a tua chegada.
Mas mesmo assim abrando esses segundos
esses momentos que passam,
neles, aprecio cada momento.
Meu amor. Como é tudo tão belo.
serenos momentos que decido abrandar ainda mais.
Tudo me passa pela retina, semi molhada de brilho,
semi cheia de sonhos, semi feita de vento
que deseja envolver-te.
E nesse momento,
tudo faz sentido
tudo perde o nada que me dizes
ser.
Porque o nada irá concretizar-se.
E eu te beijarei no além,
no limiar da minha imaginação
tornada verdade.
Meu sonho? És tu meu amor.
Meus olhos, minha retina vê,olha apenas para ti.
E confiante em meus passos estou
porque lá ao fundo, vejo cada segundo a escapar-me
como areia,
cada momento a sair como bala fugida
de arma perdida,
cada momento que passa,
está mais perto a tua chegada.
Mas mesmo assim abrando esses segundos
esses momentos que passam,
neles, aprecio cada momento.
Meu amor. Como é tudo tão belo.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Monumento
E foi assim.
Desta forma nada habitual,
que me encontro
na minha sala de espelhos,
já nada desfeitos
feitos de luz.
Onde será?
que está esse sol
que me ilumina?
Que me mostra
os passos que já dei
e os que irei dar
neste caminho
construído na certeza
mas cheio de inconstante beleza.
Revejo-me nestes pedaços
de espelhos que quebro
eu com minhas mãos
sem sequer duvidar
do que existe em frente.
Como quem deixa de ser demente
arrisco a levantar o que ainda existe.
De sorriso feito parvo,
penso em construir um pequeno monumento
feito de todo o benevolente
pensar que me ofereces
com o teu jeito.
Construo o meu pequeno monumento,
em todo o pequeno momento
que desejo dizer-te o que estou a pensar.
Em teus braços, sou eu e apenas eu.
Desta forma nada habitual,
que me encontro
na minha sala de espelhos,
já nada desfeitos
feitos de luz.
Onde será?
que está esse sol
que me ilumina?
Que me mostra
os passos que já dei
e os que irei dar
neste caminho
construído na certeza
mas cheio de inconstante beleza.
Revejo-me nestes pedaços
de espelhos que quebro
eu com minhas mãos
sem sequer duvidar
do que existe em frente.
Como quem deixa de ser demente
arrisco a levantar o que ainda existe.
De sorriso feito parvo,
penso em construir um pequeno monumento
feito de todo o benevolente
pensar que me ofereces
com o teu jeito.
Construo o meu pequeno monumento,
em todo o pequeno momento
que desejo dizer-te o que estou a pensar.
Em teus braços, sou eu e apenas eu.
domingo, 7 de março de 2010
Certeza das incertezas
Conto com mãos largas
todos os momentos de incerteza,
todos tecidos pela tristeza
do olhar que nunca vi,
do sonho que nunca tive
dos braços que nunca senti.
E nesta vida onde as certezas são
incertezas,
onde os riscos fazem de homens
verdadeiras proezas,
Suspiro a um divino sorrir
que oiço do outro lado.
Não estás aqui, mas estás.
Sinto-o, sinto-te em cada passo incerto
na certeza, na falta de dúvida
de que estás aqui.
todos os momentos de incerteza,
todos tecidos pela tristeza
do olhar que nunca vi,
do sonho que nunca tive
dos braços que nunca senti.
E nesta vida onde as certezas são
incertezas,
onde os riscos fazem de homens
verdadeiras proezas,
Suspiro a um divino sorrir
que oiço do outro lado.
Não estás aqui, mas estás.
Sinto-o, sinto-te em cada passo incerto
na certeza, na falta de dúvida
de que estás aqui.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Que frio estava
Quando sonho
sonho de mente vazia,
como homem sem moradia
que vive em degraus.
Lá sentado, perdi-me neste rasto
que leva-me gentilmente, sem arrasto
nem força que seja demais.
E assim, com olhos desenhados
pelo giz dos teus desgarrados
e brilhantes abraços
que sinto apertados contra meu corpo
frio de nada sentir.
Encontro-me sem ter de fugir...
Sigo o rasto
como quem mais nada vê,
aqui e agora desejo perder-me
Nesse abraço teu que sonho ter.
Estava frio...
sonho de mente vazia,
como homem sem moradia
que vive em degraus.
Lá sentado, perdi-me neste rasto
que leva-me gentilmente, sem arrasto
nem força que seja demais.
E assim, com olhos desenhados
pelo giz dos teus desgarrados
e brilhantes abraços
que sinto apertados contra meu corpo
frio de nada sentir.
Encontro-me sem ter de fugir...
Sigo o rasto
como quem mais nada vê,
aqui e agora desejo perder-me
Nesse abraço teu que sonho ter.
Estava frio...
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