domingo, 4 de abril de 2010

Vislumbres

Vejo em vislumbres muito pequenos,
serenos momentos que decido abrandar ainda mais.

Tudo me passa pela retina, semi molhada de brilho,
semi cheia de sonhos, semi feita de vento
que deseja envolver-te.

E nesse momento,
tudo faz sentido
tudo perde o nada que me dizes
ser.

Porque o nada irá concretizar-se.
E eu te beijarei no além,
no limiar da minha imaginação
tornada verdade.

Meu sonho? És tu meu amor.
Meus olhos, minha retina vê,olha apenas para ti.

E confiante em meus passos estou
porque lá ao fundo, vejo cada segundo a escapar-me
como areia,
cada momento a sair como bala fugida
de arma perdida,
cada momento que passa,
está mais perto a tua chegada.
Mas mesmo assim abrando esses segundos
esses momentos que passam,
neles, aprecio cada momento.
Meu amor. Como é tudo tão belo.

2 comentários:

  1. Awwwwwwwwwww!!!

    Acreditas que já não me lembrava da existência do teu blog? Já nem sei a última vez que cá vim! Heee tanta coisinha nova que já tive a ler *.* hihihihihi

    E não sei porquê, lembrei-me do teu blog agora , às 3h da manhã enquanto como nesquick e estudo psicologia... Relação? Nenhuma.

    Gostei imenso deste poema! Finalmente algumas "cores". =D

    E pronto. Nao preciso assinar. Nao há muita gente que diga cutshie e coma nesquick...há?

    ResponderEliminar
  2. DOh!.. nao disse cutshie em lado nenhum...LOL


    O poema ta cutshie!

    Done.

    Agora sim, sem margem pa dúvidas:

    Nesquick .. cutshie.. e cabeça no ar.

    ResponderEliminar