Nesta sala que desconheço tudo é movimento,
não exista algo que não seja derrapado para outro lado
para outro canto solitário, para outro meio solidário
para outra vontade que senti.
Como uma pequena concha no fundo do mar,
sinto eu o olhar que me tenta procurar
como se os deuses adivinhassem que da pior
forma parti.
é o burburinhe dos empurrões
no esclarecer das opiniões
Que dispenso.
Dispenso Deuses que se fazem sábios
porque sabedoria não cura vaso partido,
remendado, atirado contra o almofadado chão
da minha inexperiência.
é o burburinho... que eu deixo que seja.
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