Que me dirias se
tivesse a pergunta que
nunca fizeste em minha mão?
Olho fitamente para os olhos
que nunca fecham, imortais
olhares que se encerram na
tua cor, que me satisfaz
sem eu saber.
Vem sentir a chuva,
que perpétua com
as pequenas perguntas,
gotas que gostam de
me molhar ao sabor
do tempo e do que
vejo sem parar.
Todas as perguntas
tentam afogar,
como o seu peso
aquele que se debate.
E no seu poder,
reside um falar que não existe.
Palavras que não ditas
são insinuadas
do que foi perguntado.
E suas frases não feitas
tem impacto que não sonhas
nem com esses olhos
de essa cor.
adro este poema ^^
ResponderEliminaracho que tem mais haver comigo
continua assim que vai invluir cada vez mais
bjos e boa sorte =P